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Entrevistas

Bate papo de sexta: Johnny Eduardo

Confira a conversa que tivemos com a fera e seus próximos objetivos no UFC.

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Início nas artes marciais.
​Começou muito, muito cedo, foi aos 06 anos de idade com meu pai, fui criado dentro de uma academia, pois ele era professor de Boxe Chinês, Kung Fu e Taekwondo, então desde muito cedo já acompanhava meu pai dando aula, seguindo aquela hierarquia do esporte.
​Também comecei muito cedo a fazer Judô e Taekwondo, me desempenhei bem nas competições de Boxe Chinês até vir a conhecer o Mestre Luiz Alves, que foi quando a minha carreira começou a desenvolver para o lado do Muay Thai, onde me empenhei bastante na modalidade.
​Mas até chegar na academia do Luiz Alves passei pela academia Budokan, onde existia uma parceria entre o Luiz Alves e o João Ricardo, na Budokan tiver a oportunidade de conhecer o Joil de Oliveira, o Ebenezer Braga, entre outros renomados atletas.
​Ao chegar na Budokan fui convidado para fazer um teste para integrar a equipe e treinar o extinto vale tudo, passei no teste e comecei a me empenhar bastante, pois era a única e a melhor oportunidade que eu tinha na vida, em seguida começaram a surgir alguns caminhos dentro do esporte e do Muay Thai.
​Pouco tempo depois comecei a participar de várias competições de Muay Thai e conheci a Chute Boxe, onde fomos rivais por muito tempo nessa modalidade, competíamos nos eventos que existiam no Círculo Militar, organizados pelo Mestre Rudimar Fedrigo, era uma rivalidade muito sadia.

Primeira luta internacional.
Quando comecei a treinar com o Mestre Luiz Alves surgiu essa oportunidade de lutar no Japão contra o Takanori Gomi, no meu corner estavam o Mestre Luiz Alves e o Dedé (André Pederneiras) que era muito amigo do mestre e já existia essa parceria, que era muito antiga.
Na época eu desconhecia o Takanori Gomi, não estava preparado devidamente, não imaginava que era aquela pedreira, foi uma boa briga.

Estréia no UFC.
Já tinha lutado em outros eventos internacionais, como o Bellator e o Japão Open, estava vindo de uma seqüência muito boa de vitorias aqui no Brasil, 11 vitórias consecutivas, que me credenciaram a ser convidado para o primeiro UFC Rio, encima da hora, com apenas duas semanas de antecedência. Más aceitei, amarradão, abracei a oportunidade.
​Mas, claro, que naquele momento a estréia foi bem diferente, foi contra o Rafael Assunção, onde não consegui me empenhar o suficiente, nem soltar o jogo, não tive tempo de montar uma estratégia nem de estudar.
​Logo lá onde todos os atletas montam um laboratório para treinar e avaliar os seus erros e os erros dos seus adversários. É assim que funciona, é assim que trabalhamos no nível profissional.

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Escrito Por

Correspondente da MMA Inside no âmbito nacional.

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